Cripto passa a fazer parte de grandes carteiras de investimento.
![]()
Itaú recomenda alocação em Bitcoin
O Itaú informou que sua equipe de analistas avalia que o bitcoin segue desempenhando um papel relevante na diversificação de portfólios e defende que investidores mantenham uma exposição ao criptoativo, mesmo diante do desempenho negativo registrado neste ano.
A princípio, a recomendação do maior banco privado do país é que entre 1% e 3% do portfólio esteja alocado em bitcoin em 2026.
Nesse sentido, o banco argumenta que o bitcoin apresenta baixa correlação com os ciclos dos mercados tradicionais, além de atuar como proteção cambial e ativo de valorização no longo prazo. De acordo com o banco, o criptoativo já se consolidou como uma alternativa de “diversificação real” em um ambiente marcado por incertezas globais.
O Itaú oferece exposição ao bitcoin tanto por meio de investimento direto na plataforma Íon quanto pelo ETF BITI11, fundo de índice negociado na B3 e atrelado ao preço de mercado da criptomoeda.
A análise lembra que o bitcoin iniciou o ano cotado em torno de US$ 93,5 mil e apresentou forte volatilidade ao longo dos meses, com mínimas locais próximas de US$ 80 mil e máximas históricas acima de US$ 125 mil.
Negociado ao redor de US$ 90 mil em 11 de dezembro de 2025, o bitcoin acumula queda de 3,5% em 2025. Em reais, a desvalorização chega a 16,2%, impacto ampliado pela valorização da moeda brasileira frente ao dólar no período.
Itaú recomenda alocação em Bitcoin


